Acaso tu estejas mesmo por aí, sei que me lês
E assim, sei que me vês e sei que me entendes.
Perante à madrugada, me contenho
E a ti, transcrevo estes versos de minha sóbria moral
Peregrinando por poucas memórias e vagos desejos
Me ilumino, e capricho, em teu nome.
Se te julgas por pisar sobre falsa realidade,
pergunta por onde andas a ti mesmo
Pois a calma vem a hora errada, tão zonza,
e quando cai te desarma feito praga!
Vivente, não te enganes, pois sei donde vens!
Volta ao elo das almas corajosas e de boa vontade.
Deita sobre o berço do teu anjo-amigo,
para que este o tenha em seu relicário sagrado.
E por fim, presta atenção nestas palavras, porque nelas te entrego um aviso:
Rejubila!
Sei que em braços fraternos, encontrarás juízo.
Arthur Wilkens
postagem original: http://portapoesia.blogspot.com/2010/11/capriccio-em-teu-nome.html