Vniversale descrittione di tvtta la terra conoscivta fin qvi

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Pausa para o Dia dos Namorados

Muitas pessoas dizem que amam, mas na verdade poucas sabem amar. Muitas confundem paixão com amor- e há uma grande diferença entre estes dois. Num, necessita-se ter a pessoa e prendê-la para que haja felicidade, já no outro é completamente o contrário- não há necessidade de prender ninguém, só o fato da pessoa existir já é suficiente.
O amor é livre, não necessita de nada em troca. Nas culturas orientais, diz-se que "liberdade" é só uma outra palavra para "amor". O amor é um sentimento solar, e nas palavras de John Lenon: "Se você ama alguém, deixe esse alguém livre, se voltar é porque sempre foi teu, se não voltar é porque nunca o pertenceu". Não pode haver amor, se junto com ele vierem sentimentos de posse.
A paixão já é um sentimento muito mais lunar, não é livre. É como se a pessoa estivesse viciada em alguém- e encontrou nesse vício uma forma de preencher seu vazio interior. Se a outra pessoa não corresponder, há sofrimento e dor. Ela é filha do tempo e morre com o tempo- pois a pessoa pode encontrar outra coisa para entreter sua consciência, e assim, preencher aquele vazio, fazendo com que a pessoa supostamente "amada" seja completamente esquecida.
Existe uma grande diferença entre amor e paixão. O amor não pertence à dualidade, a paixão sim. Amor não precisa necessariamente ser por uma pessoa, pode ser simplesmente amor pela vida, pela natureza... Antes de dizer "eu te amo" para alguém, medite profundamente e descubra se isso realmente é amor (pode ser apenas necessidade de aceitação, necessidade de atenção...). Se não for amor, mas tiver potencial para ser, esforce-se ao máximo para transmutar estes sentimentos em amor verdadeiro, e livre de qualquer ego.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Where the heart is

"Today I am having a feeling
that is just inside of me
It's something horrible as the
light i've never seen"

Gab

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Sigur Rós


Sigur Rós é uma banda islandesa de post-rock, com elementos melódicos, clássicos e minimalistas. O nome, em islandês, significa "rosa da vitória", e pronuncia-se "si ur rous", ou ['sɪɣʏr rous] no Alfabeto Fonético Internacional. A banda é conhecida pelo seu som etéreo e pelo falsete do vocalista, Jónsi. Alguns de seus contempôrâneos são Múm e Amiina, ambas surgidas da mesma cena criativa e vibrante do post rock da Islândia.

Membros da banda atualmente


Vonlenska

Vonlenska é um termo usado para definir a língua ininteligível usada pela banda. Em Inglês, Vonlenska é chamado Hopelendic). Diferente de outras línguas construídas, que podem ser usadas para comunicação, Vonlenska serve somente para dar ritmo e melodia às músicas, sem uma gramática específica.

Letras em Vonlenska

Do Álbum Von:

  • "Von"

Do Álbum Ágætis byrjun:

  • "Olsen Olsen"
  • "Ágætis byrjun" (final)

Do Álbum ( ):

  • Todas as músicas com vocais são em Vonlenska

Do ÁlbumTakk...:

  • "Hoppípolla" (Seguindo a linha "En ég stend alltaf upp")
  • "Sé lest"
  • "Sæglópur"
  • "Mílanó"
  • "Gong"
  • "Andvari"

Do Álbum Hvarf:

  • "Salka"
  • "Hljómalind"
  • "Í Gær"
  • "Von"
  • "Hafsól" (Da metade até o final)

Do Álbum Heim:

  • "Vaka"
  • "Ágætis byrjun"
  • "Von"

Do Álbum Með suð í eyrum við spilum endalaust:

  • "Festival"
  • "Ára bátur"
  • "Fljótavik" (final)
  • "All Alright" (final)

Outros:

  • "Fönklagið"
  • "Gítardjamm"
  • "Nýja lagið"
  • "Heima" [DVD Version]

Trilhas sonoras



E por favor, não tenha preconceito com Sigur Rós só pelo que você ouviu falar... tire essa babozeirada de premissas sobre maistream e modismo de sua mente e esteja pronto para novos horizontes musicais! :DDD
A banda é ótima!

Obs.: Sigur Ros já se apresentou para o Dalai Lama

domingo, 7 de junho de 2009

Aniver

Gente, hoje é aniversário da nossa querida amiga Nathália, conhecida como nathix.13.
Nasceu no ano de 1992, hoje faz 17 anos que ela alegra a vida de seus amigos e familiares com o seu jeito cativante de ser.


Parabéns Nathix, te amamos <3

jubs

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Valentina Igoshina interpretando Chopin


Nesse vídeo a pianista Valentina Igoshina interpreta a misteriosa Fantaisie-Impromptu de Frederic Chopin. Absolutamente fantástico, realmente encanta aos ouvidos.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Desdém para com as artes

É fato que, ao ensinar às crianças desde pequenas bons valores e dar-lhes-as exemplo dos mesmos geralmente repercurte em uma boa formação de caráter do indíviduo em questão. Estes valores, que servem como base para a manifestações de atitudes fraternas e o bom comportamento do homem em meio a outros de sua espécie, são expostos pelos pais.
O ser humano tem certo poder inato em saber, ao menos em essência, aquilo que condiz com o certo (ações que não inflingirão ao próximo nenhum dano ou o ajudará de alguma forma) e o errado (algo que inflingirá algum prejuízo no outrem). Mas na infância, esses valores ainda não estão bem definidos pela falta de vivência, e a mesma toma como o "certo" aquilo que a produz uma sensação de bom estar. Este seria então, uma parte do tabalho dos pais, repreender atuações errôneas e fazê-las aprender com as mesmas.
Depois desta fase onde a criança necessita da boa parte da atenção dos seus progenitores, ela é levada à escola. Lá ela começa um processo de socialização bastante diferente do que tinha até então em casa, podendo imitar atitudes, hábitos e expressões de seus novos colegas. As crianças lá são educadas a se comportar em meio a muitos indivíduos e são ensinados lhes conhecimentos de ordem básica/geral. Mas esta base, que a escola fundamental oferece, ignora muitas informações que condizem à cultura humana. Artes cênicas, visuais e musicais são quase censuradas pela instituição de ensino, pelo motivo de as mesmas não serem tão "importantes" e seu difícil encaixe na carga horária. Já foi comprovado, todavia, que as artes estimulam a criativadade, o senso crítico, o raciocínio lógico e a expansão de novas conexões neurológicas. Elas existem desde os primórdios e atuaram como principal fator evolucionista no processo de crescimento da raça humana, servindo de ferramenta para a expressão das idéias de muitos visionários do passado.
Então qual seria o motivo causador pela atitude de descaso com relação às mesmas? Talvez a subestimação das faculdades cognitivas do ser seja causada pela supervalorização daquilo pertencente ao conhecimento de ordem prática, restringindo tais facetas do homem como míseros hobbies. As emoções, sensações e indagações provocadas por estas faculdades também se mostram opostas ao interesse da ciência degenerada e de ordem materialista atual. Isto é, somado a falta de protestos dos pais e interessados na educação, o estudo se torna algo em boa parte tedioso, cujo o único estímulo dado aos alunos seria o de precisar preparar-se para passar em um bom vestibular, proposta essencial do colégio. As artes, tornam-se então, acessíveis a poucos, apenas os que possuem condições de pagar aulas extra-classes, ou seja, uma pequena parcela da sociedade total.
Essa nossa "cultura" está infelizmente, criando gerações de seres cada vez mais medíocres, sem muita profundidade cultural e com uma gama ainda menor de valores. É lamentável que, conhecimento que esteve ao alcance de nossas mãos agora se encontre desprezado por datas, números e fatos, e que apenas alguns, ainda almejam a domar tais ferramentas.


Gabriel.

A Verdade e a Mentira


Vou compartilhar aqui uma pequena redação que consegui escrever minutos antes da professora entrar na sala. O período de história já tava no fim quando virei pra trás e perguntei pra colega: Tinha que escrever redação pra hoje? - Sim, - Sobre? - Verdade e mentira. A primeira coisa que se vem na cabeça essa hora é pegar a caneta. Pegar a caneta é uma atitude realmente importante quando se quer escrever algo, é mais fácil do que simplesmente pensar no que escrever antes disso (Isso leva a nada na maioria das vezes: Você tem uma idéia na cabeça, e pensa "Caramba, que legal!", chega a hora de por no papel e não consegue. Então porque não fazer a idéia surgir direto no papel? Aí ela vem pra cabeça e você pensa: "Isso tá legal ou não? Vamos arrumar isso aqui." O texto/história/redação é, por parte, assim. Eu acredito que como estamos usando um meio pra expor as coisas, meio este seria o papel e a caneta, nada mais justo do que as coisas surjam por ali.). A caneta me dá um pouco de coragem, alguns segundos e já consigo desenvolver algumas coisas.

Sobre o texto: A organização dos parágrafos e a conclusão de certas coisas ficaram um pouco soltas, algumas quase que completamente perdidas. Também se encontram possíveis afirmações sem sentido levadas pelo fator de meu cérebro ser às vezes preguiçoso em pensar demais de forma muito rápida (um assunto delicado como esses exige tal coisa). Entretanto, relevem, parcialmente,  pelos motivos já citados.

Enfim:

"Verdade e Mentira

Entende-se por verdade tudo aquilo que é, de fato, o que dizem ser. Porém, a conclusão é sempre relativa. À primeira vista, verdade e mentira são irmãs gêmeas, filhas da afirmação de um sujeito que muitas vezes, sem saber, está por trás de inúmeras possibilidades, são elas: ele está falando a verdade sem saber, ele está falando a mentira sem saber ou está falando a mentira, entretanto sabe que está mentindo.

Tendo em vista alguns pontos quase óbvios, facilmente e relativamente, percebe-se que a verdade não existe, ou se existe, somos incapazes de ter tal conhecimento. Caso observarmos as coisas de forma mais “visual” e menos teórica, podemos entender tudo sem dificuldade. Até por que, tem quem goste de passar a vida boiando em um mar ilusório e traiçoeiro.

O mundo é assim, relativo até demais, da forma em que a pessoa mais feliz poderá ser a mais triste e vice-versa."



Abraços,

Arthur





Urnas Eletrônicas são confiáveis?

Por Evgeny Morozov

Quando a Irlanda embarcou em um ambicioso programa de e-voto em 2006, afirmou que iria dispensar a “velha caneta estúpida”. Como o então primeiro ministro Bertie Ahern disse, em favor da fantástica máquina de votos touchscreen, parecia que a nação estava abraçando seu futuro tecnológico . Três anos e € 51 milhões mais tarde, em abril, o governo desmantelou toda a iniciativa. Custos elevados eram uma preocupação, pois o projeto consumiria outros € 28 milhões. Mas a verdadeira razão é a falta de confiança: os eleitores simplesmente não gostam que as máquinas efetuem os seus votos como simples registro eletrônico, sem quaisquer registros tangíveis.

Não tem que haver uma conspiração ou um Luddite teórico para entender a falibilidade das máquinas de voto electrônico. Como a maioria dos usuários de PC agora sabemos, os computadores têm bugs, e podem ser crackeados. Aceitamos este risco de segurança nas operações bancárias, compras e e-mails, mas a urna deve ser perfeitamente selada. Pelo menos é o que eleitores europeus parecem estar dizendo, ao rejeitar a adoção de máquinas electrônicas que não cumpram esta norma.

A reação contra o voto eletrônico acontece em todo o continente. Depois de quase dois anos de deliberações, o Supremo Tribunal da Alemanha decidiu, em Março, que o e-voto era inconstitucional, porque o cidadão médio não está preparado para entender as etapas exatas envolvidas na gravação e contagem de votos. Joachim Ulrich Wiesner e seu filho, um físico, apresentaram a primeira ação judicial e têm sido fundamentais para a sensibilização do público para a insegurança do voto eletrônico. Em uma entrevista à revista alemã Der Spiegel, o jovem Wiesner disse, com alguma razão, que as máquinas holandeses NEDAP utilizadas na Alemanha são ainda menos seguras do que os telefones móveis. O grupo holandês de interesse público Wij Vertrouwen Stemcomputers Niet (We Don’t Trust Voting Machines) produziu um vídeo mostrando quão rapidamente as máquinas NEDAP poderiam ser crackeadas, sem eleitores ou funcionários eleitorais estarem conscientes (a resposta: cinco minutos). Depois que o clipe foi transmitido na televisão nacional, em Outubro de 2006, os Países Baixos proibiram todas as máquinas de votação electrônica.

Numerosos casos de inconscistências no sistema eletrônico de votação têm sido apontados nos países em desenvolvimento, onde os governos são muitas vezes demasiadamente ansiosos para manipular votos, o que aumenta a controvérsia. Após Hugo Chávez ganhar as eleições de 2004 na Venezuela, foi revelado que o governo era dono de 28 por cento da Bizta, a empresa que fabrica máquinas de votação. Do mesmo modo, as eleições de 2004 na Índia ficaram notórios por gangues que fraudaram as urnas eletrônicas nas aldeias.

Porque as máquinas são tão vulneráveis? Cada etapa do ciclo de vida de um voto eletrônico, a partir do momento em que é desenvolvido e instalado o sistema, quando os votos são registrados e os dados transferidos para um repositório central para contagem, envolve diferentes pessoas, que têm acesso às máquinas, muitas vezes para instalar um novo software. Não seria difícil para que, digamos, numa eleição oficial, fosse plantado um programa “Trojan” em uma ou várias máquinas de votação, que permitissem assegurar um resultado ou outro, antes mesmo de os eleitores chegaram às urnas. Seria muito fácil comprometer a privacidade dos eleitores e identificar quem votou a favor de quem.

Uma forma de reduzir o risco de fraude é ter máquinas de imprimir um comprovante de cada votação, que poderia então ser depositado em uma urna convencional. Embora esse procedimento assegurasse que cada voto pode ser verificado, a utilização de papel frustra a finalidade do voto electrônico, em primeiro lugar. Usar duas máquinas produzidas por diferentes fabricantes diminuiria o risco de comprometer a segurança, mas não o eliminaria.

A melhor maneira é expor o software por trás das máquinas de voto eletrônico ao escrutínio público. A raiz do problema das máquinas de voto eletrônico é que o computador executa programas dotados de segredos comerciais. (Não ajuda que muitas vezes o software seja executado no sistema operacional Microsoft Windows, que não é o mais seguro do mundo.) Sendo os softwares atentamente examinados e testados pelos peritos não filiados às empresas, seria mais fácil fechar lacunas técnicas que hackers podem explorar. Experiência com servidores Web têm mostrado que a abertura do software ao escrutínio público pode revelar potenciais falhas de segurança.

A indústria de voto electrônico argumenta que a abertura iria ferir a posição competitiva dos atuais líderes de mercado. Um relatório divulgado pelo Conselho de Tecnologia Eleitoral dos Estados Unidos, uma associação comercial, disse em abril que a divulgação de informações sobre vulnerabilidades conhecidas podem ajudar mais os fraudadores do que aqueles que defendem contra esses ataques. Alguns cientistas têm proposto que os códigos do computador devem ser divulgados apenas para um grupo limitado de especialistas certificados. Fazer essa divulgação obrigatória para todas as máquinas de voto eletrônico seria um bom primeiro passo para a administração Obama, coerente com o seu discurso de abertura no governo.

É melhor ter pressa, porém, antes que uma onda de populismo mate o voto eletrônico. Os governos estaduais e locais nos Estados Unidos, bem como os governos europeus, estão ficando cada vez mais impacientes com e-voto. O Condado de Riverside, na Califórnia está cogitando pedir para os eleitores escolherem entre as cédulas de votação eletrônica e de papel em um referendo. No momento, há muito de desejável nisso.

(o texto original em inglês pode ser acessado aqui)