Vniversale descrittione di tvtta la terra conoscivta fin qvi

terça-feira, 2 de março de 2010



Em homenagem à nossa capacidade de distorcer a realidade.

Perspicácia- René Magritte

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Gabriel Engelman

Você está sendo convocado a comparecer à 23ª (vigésima terceira) conferência dos aposentados e pensionistas do INSS do Estado do Rio Grande do Sul.

Não hesitaremos em anular seu nome da lista, caso não compareça.

Att: Sindicato dos Aposentados

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Filosofando

a gente vive numa realidade virada do avesso, onde a solidão é o que mais perturba, e o silêncio total nos ensurdece!




arthur

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Ecos de lugar algum #1

Oi! Eu aqui denovo tentando ressussitar uma coisa que já morreu mas que por algum motivo continua viva. Como uma criança insistente, vou fazer mais uma postagem (em realidade re-postagem) de um texto que escrevi pro meu blog. É mais uma reflexão pessoal, mas que acho que talvez agrade alguma pessoa aqui do randomicoteca. Estava pensando em como as coisas podem ser passageiras, como aquilo que hoje é belo amanhã se torna feio, em suma, a efemeridade da vida. Nos apegamos tanto a sentimentos e prazeres, momentos e outras passagens da vida que acabamos por continuar a reviver esses fatos e perdendo-se do presente, quando não estamos presos em planejar com gosto aquilo que virá amanhã. Durante toda uma vida temos uma sucessão de alegrias e tristezas, sempre almejando conquistar a paz e a felicidade! Todavia, mesmo durante estes momentos, algo em nosso íntimo não se aquieta, pois sabemos que no fundo nada permanece estável, tudo está num fluxo de constante mudança. Qual a resposta então para viver se não a satisfação de nossos desejos (traduzida para muitos como felicidade)? Por que mesmo aqueles que tem tudo lhes parecem que existe um buraco no peito que não se pode preencher? Vivem então, se distraindo, procurando entreterimento para não dar ouvidos a esse silêncio horripilante. A real felicidade é saber contemplar aquilo que é mais valioso em cada um, algo que ultrapassa as garras dos sentidos e que paradoxalmente é a base de seu ser. Isto é a essência de tudo: o nada. Pois no final nada somos senão pó, é só uma questão de tempo que não estejamos no fim e é o próprio tempo que nos condiciona a pensar que somos ilimitados. Quando compreendemos isso, nada é tão importante quanto o vazio que nos toma, algoo iluminador que muitos chamam de paz.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Nações: Unir-vos em uma só!

As consequências do aquecimento global são vistas hoje com a maior facilidade, onde até mesmo o povo as identifica: Basta assistir ao noticiário para entender que tais catástrofes não vieram de graça. A natureza, como um ser vivo, sofre em nossas mãos, e tais desgraças nada mais são que a resposta de uma cultura de produção excessiva e sem retorno, sérias agressões a um bem comum e suas futuras implicações. Ainda que nem todos são conscientes de que pequenos gestos fazem sim a diferença, se está culminando uma idéia massiva de que algo é fundamental mudar: Os velhos hábitos. Desde os primórdios da segunda e terceira revolução industrial, o homem tem feito pesquisas que comprovam os danos que emissões dos gases e resíduos resultantes das produções em massa são nocivos. Tais pesquisas, ainda que não tivessem sido devidamente expostas(até muitas vezes misteriosamente desparacidas), voltaram a atormentar os que lucram com o processo, quase que, no limite do prazo de fazer algo para reverter a situação. O que vimos ontem, A conferência de copenhague, foi o início de uma belíssima iniciativa de se por em pauta e ação, projetos e leis que reduzam o consumo de dióxido de carbono em âmbito mundial. Os países mais poluentes (Estados Unidos e China) vão, pela primeira vez, participar desta conferência, dando a previsão de que se comprometerão seriamente com a causa, não repetindo o fiasco visto no protocolo de kyoto. Muitos atribuem ao fato de Barack Obama ter ingressado à presidência o motivo dos EUA participar, mas mesmo que Bush possuísse mais um mandato, teria que ceder às pressões do seu povo no que diz respeito à responsabilidade para com a natureza. Ainda no dia de estréia da conferência, tivemos a prova de que até mesmo os veículos da imprensa estão preocupados em difundir a crise ambiental. Numa tacada no mínimo engenhosa, 56 jornais de 44 países publicaram uma matéria completamente inédita: todos escreveram a mesma mensagem a respeito da conferência e o meio ambiente, apenas sob línguas diferentes. Esta é, com certeza, a prova de que juntos podemos sim provocar grandes mudanças, basta estarmos comprometidos. Esperamos que, este ano, seja um ano fecundo de criatividade construtiva, cheio de propostas que possam aliviar as tensões climáticas provocadas pelo aquecimento global. Assim como um período de prática da consciência ambiental construída nos últimos anos, e infelizmente, ainda que apenas para combater um inimigo comum, a união próspera dos povos que compõem o nosso planeta. Gabriel

domingo, 6 de dezembro de 2009

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Alguma coisa

Meu poema não tem cor
Meu poema não tem cheiro
Meu poema diz que rima

Mas ele é um mentiroso!



Arthur

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

I want to dive slowly deep into a dream
and travel by the sky
some birds for conversation
deep blue sky

sky upon sky
there's no boundary
share with me onde lifetime
share with me this dream

Sail by the stars
again another sky
I see angels among me, this is my poetry.

You will call it crazy
I will call it love