Vniversale descrittione di tvtta la terra conoscivta fin qvi

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Os Onbros Supórtam o Mundo

Chega um tenpo em que não se dis mais: meu Deus.
Tenpo de abssoluta depurassão.
Tenpo em que não se dis mais: meu amor.
Por que o amor rezultou inútil.
E os olhos não xoram.
E as mãos tessem apenas o rude trabalho.
E o corassão está seco.
Em vão mulheres baten a porta, não abrirás.
Ficaste sozinho, a luz apagou-se,
mas na sonbra teus olhos resplandecem enormes.
És todo certeza, já não sabes sofrer.
E nada espéras de teus amigo.
Pouco inporta venha a velice, que é a velice?
Teus onbros suportam o mundo
e ele não peza mais que a mão de uma crianssa.
As guérras, as fomes, as discuções dentro dos edifícios
provan apenas que a vida prosegue
e nem todos se libertaram ainda.
Alguns, axando bárbaro o espetáculo
prefeririam (os delicados) morrer.
Xegou um tempo em que não adianta morrer.
Xegou um tempo em que a vida é uma orden.
A vida apenas, sem mistificassão.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Fragmentos Perdidos (Despedida)

Amigo de anos eu diria,

Sem que a amizade permanecesse pura

Pois o tempo imundo à suja

Suas idéias, agora tão distintas

Onde estará nossa velha alegria?


Sinto, me caro, em lhe dizer

Não és mais o mesmo

Como mim tampouco

Porém, por que tão rude e seco

É como me tratas e vês com sufoco?


Nunca sei quando lhe agrado

Quando sua face exprime verdadeiro gozo

Sua máscara, se faz discreta

E esconde o familiar rosto…

Outrora querido, por suposto


Surgirão com o tempo, muitos amigos

Mas peço-te para que não se enganes

Com certos plásticos e superficiais

Sejam eles quem tu ames

Não deixes te magoar por tais


A saudade se faz eterna

Os fragmentos de felicidade completam

A carta que sem coragem escrevera:

Te prezo muito, meu amigo.

Só espero que radiante lembres

Tudo o que já passaste comigo!



Gabriel

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Hora de Escrever

Hora de escrever. O corpo amortecido pela cadeira, a nuca então repousa sobre o encosto e ele fixa o olhar no teto. Um mosquito, dois, mais ao lado, um pequeno lustre, quatro lâmpadas, uma queimada; então são três. Fecha os olhos rapidamente e cai em escuridão. As três lâmpadas continuam lá, menos brilhantes, elas dançam sobre um colorido inexplicável. Não as quer ver, aperta os olhos, a escuridão não existe mais. São luzes, ele pensa, de onde vem? São pequenas luzinhas, como estrelas congeladas pelo universo, e ele abre os olhos. São quatro, quatro lâmpadas, mas uma está apagada. Agora ele descansa os braços estendidos que seguravam a caneta, os solta sobre a barriga, observa, cruza, arregaça a manga do pijama listrado. Alguma ideia há de vir, qualquer coisa que não seja o conto que ele nunca consegue por no papel. Qualquer coisa, ele pensa, segura a caneta e a aponta em direção a qualquer lugar: o relógio. Não, tenta mais uma vez: a garrafa de azeite. Péssimo, agora tem de dar certo: a janela. Ele olha, olha, e nada vê, mas sabe que deve haver alguma coisa. Ele se concentra, "vamos", a caneta. Hora de escrever.


Arthur Wilkens

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Chopin; Marcha Fúnebre em Pinturas Musicais

Assisti ao vídeo abaixo pela primeira vez na quinta-feira passada, no penúltimo encontro do curso Chopin em Capítulos do StudioClio, e hoje já faz parte dos meus favoritos. Esse trecho faz parte de um média-metragem no qual o diretor ilustra o terceiro movimento da sonata op. 35 de Chopin, sua famosa Marcha Fúnebre. Acompanhar o vídeo do início ao fim prestando atenção na música e nos detalhes nos faz filosofar um pouco sobre as etapas da vida de cada um, como é mostrado no cantabile entre as duas partes macabras; seria como se o tema principal simbolizasse a morte, e então temos a vida na parte central. Espero que gostem.

Arthur Wilkens


avisos importantes

saudando os contribuíntes e visitantes, por meio desse post vejo a necessidade de estabelecermos certas regras para a organização, primeiramente, estética do blog.

mudei o layout para o mais simples possível, e também diminuí o banner que a ju colocou, já que este ocupava metade da tela. seria interessante se todos que postassem tivessem o cuidado de escrever com um padrão de tamanho e estilo de fonte para a escrita padrão, podendo sim, destacar alguns trechos usando negrito, ou itálico. isso vai evitar que alguns posts chamem mais atenção do que os outros e vai dar um aspecto mais formal ao blog, o que vai incentivar a leitura e a postagem, no meu ponto de vista.

a minha dica é que quando forem colar um texto que não foi escrito diretamente no blogger, que tomem o cuidado de transcrevê-lo para o nosso tamanho padrão de fonte, e não esqueçam de indicar de onde o texto veio, com um link ao final do post.

outra coisa: identifiquem-se sempre nos comentários, e tome cuidado pro seu irmão mais novo não foder com o blog.

e vamos usar as amadas tags!


Arthur Wilkens

oi galera

mudei o layout, espero que tenham gostado.
juliane

esse layout tá uma merda

esse layout tá uma merda

domingo, 17 de outubro de 2010

Dilma quer acabar com os colégios militares

Tudo que presta, que contribui para o desenvolvimento do País, precisa ser destruído para que a mediocridade possa continuar a governar o Brasil.
 Agora, é necessário acabar com os COLÉGIOS MILITARES. São doze e, tradicionalmente, os melhores do Ensino Médio no Brasil.
Estão reclamando porque lá se ensina a verdadeira história da Pátria.
Lá não se enaltecem os gatunos dos mensalões e os destruidores do País.
Lá não se ensina a mentir como se mente no blog da candidata a presidente e mente a própria candidata que falsificou até o seu curriculum vitae.
Nos Colégios Militares, ensina-se a vitória dos GUARARAPES, resultado da União das raças (preto - branco e índio) que derrotaram o melhor exército do mundo, na época.
Lá se ensina que foram os paraguaios que invadiram o Brasil, apossando-se de URUGUAIANA, FORTE COIMBRA E CORUMBÁ e não a mentira implantada e contada pelo comunista e historiador argentino León Pomer, que publicou que o "Brasil matou 95% da população masculina do Paraguai" e por aí vai e a versão brasileira é de Júlio José Chivenato que nos apresenta como submissos à política externa Inglesa e outros "bichos".
Quem quiser saber a verdade que compre o livro GUIA POLITICAMENTE INCORRETO DA HISTÓRIA DO BRASIL DE LEANDRO NARLOCH.
Neste livro vamos encontrar a versão correta do problema indígena, quando o Ministério da Educação, que deseduca, fala em genocídio contra os índios e outras safadezas criadas pela mediocridade esquerdista e ladra brasileira.
A raiva contra o IME, o ITA, as Academias Militares e os Colégios Militares é que são escolas de Excelência.
Os alunos destes estabelecimentos de Ensino são, competentes, disputados no mercado de trabalho pelas seguintes razões: são responsáveis, são preparados, são disciplinados, são cumpridores do dever, aprenderam que ser honesto é uma obrigação do cidadão, são leais aos seus superiores e sabem comandar e obedecer.

Nos COLÉGIOS MILITARES, há a seleção pelo mérito e não pela lei do GERSON.
Lá se desenvolve o caráter do jovem, ensinando os valores que dignificam o homem.
Como é necessário e urgente destruir os valores da formação moral da Nação Brasileira é preciso que sejam os mesmos destruídos para que continuem a dominar a safadeza, a falta de caráter, o roubo, o assassinato, a mentira, a desonestidade, a canalhice, a sem-vergonhice, o domínio dos sacripantas, velhacos e outros termos ditos pelos que foram traídos agora e estão mostrando a desgraça para onde marcha o Brasil.
Os Colégios Militares formam a elite pensante brasileira.
Nenhum dos mensaleiros, cuequeiros, terroristas, transportadores de dólares, malas, matadores profissionais (Santo André) etc. cursaram algum Colégio Militar.
Eles estudaram na escola do crime.
Aconselhamos aos detratores que estudem e leiam Nabuco, Taunay, Calógeras, Rocha Pombo, a coleção Brasiliana, Fragoso, Lira Tavares e não procurem fugir do debate, indo para os EUA ou Europa com medo da falta total de Cultura.
VAMOS REPASSAR PARA INFORMAR!