terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Oh Brave new world!
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Acredito no amor
sábado, 29 de janeiro de 2011
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Universidades e Evolução
Preparamo-nos o ano todo para essa série de provas. Mesmo que não tenhamos ido bem o suficiente, sinto que é uma coisa muito leviana e que não pode ser encarada como o fim do mundo no caso de não passarmos. A prova não “mede” inteligência, talento, virtude ou qualquer outro atributo que nos faz seres humanos melhores. O pior é que para alguns (geralmente quem disputa um curso muito difícil) se não passou é como se o mundo estivesse prestes a desabar, que todos os esforços e privações foram em vão e podendo até entrar n’algum nível depressivo. Aí que eu puxei uma aula de biologia que tive esse ano sobre evolução, onde o Darwin dizia que a Seleção natural gera Competição que gera Variabilidade Genética. Esse era o processo da teoria evolutiva, e um bordão que as pessoas acreditavam que decorria disso era “na natureza, os mais fortes sobrevivem” mas a realidade é que não são os mais fortes, inteligentes e etecetera, e sim os mais adaptados. E o que seria o vestibular senão uma espécie de seleção natural? Desta forma somente aquele que fosse o mais apto para realizar a prova (lembrem-se que ela é quase 50% concentração!) e tivesse assimilado mais conteúdo tem mais chances de sair bem sucedido. E pensando ainda de uma maneira um pouco mais fria, estes bem sucedidos também passariam seus genes aos descendentes - o Q.I. é uma herança genética - o que aumentaria o potencial dos mesmos de se darem bem naquele ambiente. Acredito que a banca deve ter isso em mente, o que acentua à história um toque maquiavélico; mas é a única forma de assegurar que não entrem qualquer um, somente os merecedores. Ao menos em tese.
Gabriel
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Não é o fim de tudo agora.
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Mémoires
domingo, 7 de novembro de 2010
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Capriccio, em teu nome.
E assim, sei que me vês e sei que me entendes.
Perante à madrugada, me contenho
E a ti, transcrevo estes versos de minha sóbria moral
Peregrinando por poucas memórias e vagos desejos
Me ilumino, e capricho, em teu nome.
Se te julgas por pisar sobre falsa realidade,
pergunta por onde andas a ti mesmo
Pois a calma vem a hora errada, tão zonza,
e quando cai te desarma feito praga!
Vivente, não te enganes, pois sei donde vens!
Volta ao elo das almas corajosas e de boa vontade.
Deita sobre o berço do teu anjo-amigo,
para que este o tenha em seu relicário sagrado.
E por fim, presta atenção nestas palavras, porque nelas te entrego um aviso:
Rejubila!
Sei que em braços fraternos, encontrarás juízo.
Arthur Wilkens
postagem original: http://portapoesia.blogspot.com/2010/11/capriccio-em-teu-nome.html
