Vniversale descrittione di tvtta la terra conoscivta fin qvi

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Um dia especial

(Texto feito no dia 10, mas resolvi programar pra hoje.)

Ontem (09/02/2011) foi um dia especial pra mim. Não foi um marco em minha vida, como se a partir dele eu tivesse um novo começo, mas me senti feliz por ter feito a matrícula da minha irmã no supletivo da escola perto de minha casa. 

Se não foi um começo em minha vida, pra ela será. Já não é de hoje que ela tenta fazer um supletivo,  mas sempre as vagas são todas preenchidas. (Dessa vez, foi só entregar os documentos num dia e ter a vaga no dia seguinte. ) Agora, ela vê nessa vaga uma oportunidade de conseguir coisas melhores. Todos nós sabemos que não é novidade a defasagem do ensino público do nosso país, mas ela viu a dificuldade de quem não tem, no mínimo, o Ensino Médio, tanto pra fazer um concurso como pra conseguir um emprego razoável. (Ela viu que pra conseguir fazer os cursos técnicos que ela tanto quer é preciso passar por esse período.)

Hoje mesmo (10/02/2011) começam as aulas dela. Ela não está fazendo uma faculdade, ou prestando um vestibular, mas já é um começo. Um BOM começo. Agora eu, esse humilde blogueiro do Sudeste, ficarei aqui na torcida pela minha irmãzinha caçula. (Dois anos só de diferença, mas é caçula. :P )

                                                                                                     Charlie Dalton

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Cantigas de Amor

Cantiga de Amor de número um - ''Maria, Ó, Maria!''

Maria! Ó, Maria!
invento à ti unha profunda poesía,
outro home así non encontrarás.

Libera a min seu corazón certo,
e para ti cantarei cada mañá, Maria!
Bela e fermosa coma ti non coñezo.
Acepta-me na túa alma e daréiche todas as estrelas do ceo!

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Introdução à Meditação





Técnica milenar e da qual uma verdadeira penca de religiões através da história compartilham, hoje é mais vista como uma forma de terapia alternativa, por nós ocidentais. Quando nada mais é eficaz, uma nova onda de médicos e terapeutas apelam para esse exercício antiquíssimo, com seus efeitos comprovados pela ciência e que podem facilmente auxiliar na cura (ou até mesmo curar) certos males, como hipertensão, estresse, e até mesmo os que perturbam as sinapses, como alzhaimer.
Mas agora, o que é de fato a meditação?
A meditação nada mais é do que o exercício da concentração, "músculo" esse atrofiado pela maioria das pessoas hoje, e que, se bem desenvolvido, pode promover um real descanso mental, como também certas experiências da qual os místicos do passado obtiam auto-conhecimento.
Quando se vai viajar, para promover descanso da rotina e dos males da cidade grande, não se descansa por completo. Talvez o corpo esteja relaxado, em alguma rede ou na beira de uma praia, mas em realidade a mente continua trabalhando incessamente, não dando descanso algum para nossa consciência. Ou também ao viajar para algum lugar, pensamos que estamos relaxados, mas todo o estresse promovido ao checar passagens, filas do aeroporto, crianças atordoando, pessoas falando sem parar, contribuem para um aumento gradual no nosso estresse físico e mental.
Ao focar nossa mente em um único objeto, estamos forçando-a a deletar todo e qualquer pensamento que não aquele, e com toda esta atenção, compreendemos mudanças sutis naquilo que se está sendo observado. Tal exercício acaba se refletindo na vida diária, começamos a prestar atenção nas pequenas mudanças de nossa vida, no nosso próprio comportamento, ou seja, acabamos ficando mais cientes de nós mesmos. Até para o estudo esta é uma boa técnica, já que acaba estimulando o foco em apenas um tópico e ajuda a criar conexões necessárias entre assuntos relacionados.

Existem vários tipos de meditação: a que utiliza mantrans; a que se faz em conjunto com exercícios físicos *a yoga e a lamaseria por exemplo*; e uma das mais básicas, que é retendo o foco do pensamento em apenas um único objeto (coração, respiração, uma paisagem, até mesmo uma fruta pode servir).


No próximo post detalharei duas técnicas para se chegar a tal estado de concentração, que, se realmente desejadas, devem ser praticadas todos os dias, e seus efeitos aos poucos começarão a serem sentidos.


Gabriel

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Oh Brave new world!


O condicionamento é a base do indivíduo feliz. Basicamente a frase encerra a idéia geral do livro. Ao mesmo tempo que
Admirável Mundo Novo nos propõe uma civilização onde "agora todos somos felizes", ele mostra o preço pago por uma vida semi-paradisíaca mas nula de liberdade individual e propósito senão o prazer. Deus não existe mais, a data é contada desde o aparecimento das idéias de produção de Ford (E interjeições como "Oh Ford" "Por Ford!" são corriqueiras), a libertinagem sexual é estimulada desde a mais terna idade ("afinal, cada um é de todos"), não há literatura e nem a arte é mais usada, pois não responde aos ideiais de uma sociedade condicionada. Até os pais ("que obsceno!") desaparecem; todos são feitos por inseminação artificial, enfrascados num "bocal" e ao nascer ficam sob cuidados do governo. Outro aspecto interessante é a sátira feita pelo autor utilizando nomes importantes como "Lenina", "Bernard Marx" dentre outros. Estes dois são o passaporte para mostrar o dia-a-dia na Londres Central, seus cinemas sensíveis e ah! Como esquecer do soma? "meio grama para um descanso de meio dia, uma grama para um fim de semana, dois gramas para uma excursão ao esplêndido oriente e três para uma sombria eternidade na lua" Droga tão poderosa quanto o álcool e a religião, exceto que não possui seus respectivos efeitos colaterais. É também introduzido o personagem Selvagem, que não se dá bem na reserva que vivia como se choca com os horrores da nova civilização. Este é para nós em muitos momentos o único são da história, e portanto uma espécie de manifestação do leitor perante a vida no admirável mundo. Estes e outros absurdos fazem do livro de Huxley terrivelmente viciante (ou pneumático), pois além de estabelecer uma analogia com o mundo contemporâneo nos faz refletir também acerca das conseqüências de uma industrialização sem freios.


Gabriel

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Acredito no amor

Eu acredito no amor. Acho que ele resume tudo o que o homem pode fazer de bom. O amor é capaz de construir grandes felicidades, e destruir grandes desgraças.

Mas, num mundo cruel e hostil, ser amoroso requer coragem. Irão te machucar para provar que o amor machuca. Mas o amor nunca fere. O que fere é a não correspondência a ele. O que fere também é o incômodo de quem não consegue ser feliz.


O que também fere muito é o desapontamento causado por quem disse te amar, mas não te amava. Mas as decepções servem pra mostrar que não podemos confiar em todos, mas NÃO prova que o amor inexiste.


Eu amo você, e por isso te falo isso. Conte comigo, pois em mim reside a prova de que o amor existe. :)


por Charlie Dalton




OBS: Charlie será *espero que ele tope ser* o mais novo contribuidor do rand, ele já possui um blog que vale a pena darem uma olhada! http://www.observoeescrevo.blogspot.com/

Parabéns Charlie, pelo seu texto, e seja bem-vindo ao randomicoteca!

Sinta-se livre para ser um autonomo contribuidor ou apenas um "tapa-buraco" que também é digno, seja como for.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Universidades e Evolução

Preparamo-nos o ano todo para essa série de provas. Mesmo que não tenhamos ido bem o suficiente, sinto que é uma coisa muito leviana e que não pode ser encarada como o fim do mundo no caso de não passarmos. A prova não “mede” inteligência, talento, virtude ou qualquer outro atributo que nos faz seres humanos melhores. O pior é que para alguns (geralmente quem disputa um curso muito difícil) se não passou é como se o mundo estivesse prestes a desabar, que todos os esforços e privações foram em vão e podendo até entrar n’algum nível depressivo. Aí que eu puxei uma aula de biologia que tive esse ano sobre evolução, onde o Darwin dizia que a Seleção natural gera Competição que gera Variabilidade Genética. Esse era o processo da teoria evolutiva, e um bordão que as pessoas acreditavam que decorria disso era “na natureza, os mais fortes sobrevivem” mas a realidade é que não são os mais fortes, inteligentes e etecetera, e sim os mais adaptados. E o que seria o vestibular senão uma espécie de seleção natural? Desta forma somente aquele que fosse o mais apto para realizar a prova (lembrem-se que ela é quase 50% concentração!) e tivesse assimilado mais conteúdo tem mais chances de sair bem sucedido. E pensando ainda de uma maneira um pouco mais fria, estes bem sucedidos também passariam seus genes aos descendentes - o Q.I. é uma herança genética - o que aumentaria o potencial dos mesmos de se darem bem naquele ambiente. Acredito que a banca deve ter isso em mente, o que acentua à história um toque maquiavélico; mas é a única forma de assegurar que não entrem qualquer um, somente os merecedores. Ao menos em tese.



Gabriel

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Não é o fim de tudo agora.

Lembrem-se que não é por que não passamos que nada mais tem sentido, ou ainda que tudo está perdido.