terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Estátuas
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Redação do vestibular da UFRGS
sábado, 24 de dezembro de 2011
Evolução inteligente?
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Listen
Alan Watts
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
sábado, 17 de dezembro de 2011
Pensar dói
Hoje ouvi uma coisa que me entristeceu profundamente. Numa roda de amigos, conversávamos sobre banalidades quando, por alguma razão, entramos em um assunto mais profundo. A coisa ia indo, evidente que nossas opiniões eram meros palpites sobre a questão (o qual não me recordo), quando aconteceu um silêncio constrangedor.
"Quem sabe não falamos sobre uma coisa que não precise pensar tanto? Esse assunto está me dando dor de cabeça."
No momento que a garota falou aquilo, era como se um ferro em brasa tivesse quimado minha pele. Sinto parte da ferida até agora.
O fato de um assunto, por ser muito complexo, não ser digno de atenção, implica em muitos comportamentos e visões de mundo. Afinal, por que razão, ou melhor, o que eu ganho em procurar entender por que existo? O sentido da vida? Por que existe tudo ao contrário de nada?
Dor de cabeça. Preguiça mental. Impotência vista de frente, nossas limitações tão claras que sua mera visão causa calafrios em nossas espinhas. Ao invés de eu abstrair e dividir visões de mundo, é mais fácil aproveitar para dar piteco no corriqueiro e banal (talvez porque não há visões a serem compartilhadas?).
Olho ao lado e vejo indivíduos falando com entusiasmo sobre carros e seus diversos modelos. A ênfase e energia posta nessa discussão é maravilhosamente contagiante, pois cada um tem tanto interesse por defender seu modelo predileto como aprender com o outro vantagens de se ter um motor 2.0 ou um automóvel da Fiat.
As trivialidades são e sempre foram a primazia por serem facilmente compreendidas.
As novelas pintam as discussões de um chá da tarde. Quem vai ficar com quem e como foi cada experiência provocam uma classe de sentimentos irresistíveis. Assistir a filmes de comédia é quase uma obrigação em dias que "não há nada para se fazer".
Não é mais fácil tagalerar e emitir julgamentos sobre coisas palpáveis? Por que digredir sobre um livro que me faz pensar? (Caso haja "motivo" para ler tal classe de livro) Criar um senso crítico sendo que ele não me beneficiará a curto pazo??? Não. Não quero ser um cara "chato" que só quer falar sobre coisas entediantes e difíceis.
Evidentemente, isso gera um ciclo vicioso. Mas ninguém escapa de se defrontar com uma situação que se descobre complexa. Nesses casos, simplesmente emite-se opiniões de senso comum que não levam a nada. O que restringe ainda mais tratar de assuntos como esse com conhecimento de causa. E gera certo ódio e confusão tanto por não se entender o que se está discorrendo como por não estar a par da argumentação. É, quando o feijão com arroz não bastar, talvez só uma aspirina mesmo...
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Retratos
Música:
Retratos – Rudy Rafael
Eu vejo chuva no deserto do teu sorriso
Eu sinto cores esperando o teu castigo
Aquele retrato que você não tirou
Aquele sonho abstrato que você desenhou
São palavras…
Palavras sem sentido e sem cor
Você já tem o seu café na cama
E o seu quarto cheira a alecrim
Não tema, garota, vai ser sempre assim
Retratos parados no tempo
A vida sem sabor
Do que vale a vida sem o Amor?
Não há mais tempo, o relógio dos teus dias já parou
Uma mentira escondida como a chuva que secou
A mensagem errada para quem não viu
Uma imagem forçada de quem nunca existiu
São retratos…
E retratos nunca provam um Amor
Você já tem o seu café na cama
E o seu quarto cheira a alecrim
Não tema, garota, vai ser sempre assim
Retratos parados no tempo
A vida sem sabor
Do que vale a vida sem o Amor?
Você já tem o seu café na cama
E o seu quarto cheira a alecrim
Não tema, garota, vai ser sempre assim
Retratos parados no tempo
A vida sem sabor
Do que vale a vida sem o Amor?
Do que vale a vida sem o Amor?
Retratos nunca provam um Amor