Sem esperar um tempo.
Porra, odeio mesmo.
Gabr
Vniversale descrittione di tvtta la terra conoscivta fin qvi
terça-feira, 20 de abril de 2010
A arte de mudar
Como nós mudamos com o tempo e como isso é absolutamente interessante. Mudamos.
as pressões sociais com o passar do tempo parecem não fazer mais sentido, o poder da opinião alheia parece ter perdido seu impacto sobre nossas consciências. Qual triunfo. Ganhamos nossa liberdade interior para sermos e fazermos o que quisermos(ou melhor, não fazermos). Pois, temos nós necessidade de fazer tudo o que os outros fazem e seguir o mesmo padrão comportamental? Não.
As ideias assombrosas que corroiam nossas almas hoje perderam o significado. O passado virou uma comédia. Como eu podia ser assim? O que me fazia ser assim? A realidade não mudou, o que mudou fomos nós, que começamos a criar a nossa própria "chama" interior, que começamos a descobrir a nossa própria forma de ser, e já não necessitamos mais de qualquer espécie de aceitação externa.
Outrora, fazer o mesmo que os outros faziam era um certificado de aprovação. "você será bem aceito na sociedade", hoje, ser o que você realmente é é mais do que uma necessidade, é um ímpeto glorioso rumo à independência interior, há tempos almejada.
as pressões sociais com o passar do tempo parecem não fazer mais sentido, o poder da opinião alheia parece ter perdido seu impacto sobre nossas consciências. Qual triunfo. Ganhamos nossa liberdade interior para sermos e fazermos o que quisermos(ou melhor, não fazermos). Pois, temos nós necessidade de fazer tudo o que os outros fazem e seguir o mesmo padrão comportamental? Não.
As ideias assombrosas que corroiam nossas almas hoje perderam o significado. O passado virou uma comédia. Como eu podia ser assim? O que me fazia ser assim? A realidade não mudou, o que mudou fomos nós, que começamos a criar a nossa própria "chama" interior, que começamos a descobrir a nossa própria forma de ser, e já não necessitamos mais de qualquer espécie de aceitação externa.
Outrora, fazer o mesmo que os outros faziam era um certificado de aprovação. "você será bem aceito na sociedade", hoje, ser o que você realmente é é mais do que uma necessidade, é um ímpeto glorioso rumo à independência interior, há tempos almejada.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
domingo, 18 de abril de 2010
Quanto a vida...
Sejam felizes do seu modo. Pro inferno se o resto pensa que tu não faz nada de interessante porque tu não bebe, fuma ou usa alguma outra merda do gênero. Ficar em casa lendo, vendo filmes ou seriados; ou sair pra apenas jantar ou ir no cinema, isso não te faz um IDIOTA.
Fazer as coisas do jeito certo É NORMAL SIM. Se tu não precisa fazer tudo ao contrário só pra se sentir melhor, parabéns. As nossas opiniões precisam ser fortes, e nossas ações ter algum significado. Fingir que gosta de algo por outras pessoas, só vai ser pior. Nunca vamos encontrar o o nosso "lugar no mundo" enquanto insistimos fazer as coisas pelos outros e não por nossa própria vontade.
Esquece o ELES e se preocupe mais com o EU, quando se trata de ter sua própria personalidade e princípios.
Vivendo e vendo as coisas como são.
j
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Quanto a escrita...
A produção textual é marcada pela visão de um velho preconceito de "só escreve-se por obrigação ou então por ofício". Muitos jovens não se dão ao trabalho de produzir bons textos e apurar sua capacidade argumentativa, e quando chegam perto da etapa pré-universitária, crêem ser só um pré-requisito para almejar o cargo desejado, esquecendo-se do real valor da escita.
Num mundo marcado por um cotidiano apressado, cheio de informações e deveres, é de se esperar que nem todos reservem um tempo para desenvolver habilidades diferentes. Vários preferem viver sua vida social de uma forma intensa do que se concentrar em problemas que o cercam ou ainda sobre si mesmo. Por isso é que se vê tanta indiferença quanto ao próximo e pessoas desprovidas de sentido. falta-lhes algo, falta sensibilidade. A sensibilidade que as artes podem oferecer são de extremo valor, onde aperecebe-se que elas enriquecem a cultura do mundo e daqueles que a possuem.
Uma das artes, é a escrita. Ela se manifesta através de várias formas, como, literal, dissertativa, científica, dentre outras. Bem, mas o que se espera de uma nação que, de acordo com os dados, cerca de 12% ainda são analfabetos e outros 30% são analfabetos funcionais - capazes de ler textos sem saber interpretá-los? Seria difícil então um estímulo da parte de pais de famílias carentes que seus filhos escrevam, quando nem os mesmos, são aptos a tal prática. Quanto àqueles que tem todas as ferramentas, o hábito de escrever não é algo que é visto como importante, sendo deixado de lado e apenas lembrado quando se quer passar numa universidade federal.
Mas, enganam-se os mesmos. O ato de escrever, já mudou muitas coisas na vida das pessoas, sendo a mensagem trasmitida através da poesia ou da música. E quanto ao ato de dissertar, que melhor maneira de se pôr as idéias de uma forma clara e coesa? Quanto mais se escreve, mais se aprende a gostar e se instiga a produzir textos melhores. Tal argumentação também pode abrir caminhos durante vários momentos da vida, pois exercendo a capacidade de pensar sob vários ângulos, rompemos com paradigmas que foram previamente estabelecidos ou ainda vemos as coisas sob uma nova e bela ótica. Um jeito de começar a praticar é por exemplo, inciar um blog, expondo suas idéias para então aprofundando-as.
Mesmo que um terço dos jovens ainda não frequëntem o ensino médio, essa procura por uma universidade mais concorrida pode abrir o panorama da vida de muitos que começam a estudar e querem levar uma vida menos medíocre. Por fim, espera-se que aqueles que procuram o ofício de escrever por segundas intenções, compreendam o real poder que a palavra possui; sendo assim cada vez mais possível vislumbrar uma sociedade de indivíduos cultos e pensantes.
Gabriel
Obs: não consigo colocar parágrafos, se alguem conseguir fazer isso pra mim :)
Num mundo marcado por um cotidiano apressado, cheio de informações e deveres, é de se esperar que nem todos reservem um tempo para desenvolver habilidades diferentes. Vários preferem viver sua vida social de uma forma intensa do que se concentrar em problemas que o cercam ou ainda sobre si mesmo. Por isso é que se vê tanta indiferença quanto ao próximo e pessoas desprovidas de sentido. falta-lhes algo, falta sensibilidade. A sensibilidade que as artes podem oferecer são de extremo valor, onde aperecebe-se que elas enriquecem a cultura do mundo e daqueles que a possuem.
Uma das artes, é a escrita. Ela se manifesta através de várias formas, como, literal, dissertativa, científica, dentre outras. Bem, mas o que se espera de uma nação que, de acordo com os dados, cerca de 12% ainda são analfabetos e outros 30% são analfabetos funcionais - capazes de ler textos sem saber interpretá-los? Seria difícil então um estímulo da parte de pais de famílias carentes que seus filhos escrevam, quando nem os mesmos, são aptos a tal prática. Quanto àqueles que tem todas as ferramentas, o hábito de escrever não é algo que é visto como importante, sendo deixado de lado e apenas lembrado quando se quer passar numa universidade federal.
Mas, enganam-se os mesmos. O ato de escrever, já mudou muitas coisas na vida das pessoas, sendo a mensagem trasmitida através da poesia ou da música. E quanto ao ato de dissertar, que melhor maneira de se pôr as idéias de uma forma clara e coesa? Quanto mais se escreve, mais se aprende a gostar e se instiga a produzir textos melhores. Tal argumentação também pode abrir caminhos durante vários momentos da vida, pois exercendo a capacidade de pensar sob vários ângulos, rompemos com paradigmas que foram previamente estabelecidos ou ainda vemos as coisas sob uma nova e bela ótica. Um jeito de começar a praticar é por exemplo, inciar um blog, expondo suas idéias para então aprofundando-as.
Mesmo que um terço dos jovens ainda não frequëntem o ensino médio, essa procura por uma universidade mais concorrida pode abrir o panorama da vida de muitos que começam a estudar e querem levar uma vida menos medíocre. Por fim, espera-se que aqueles que procuram o ofício de escrever por segundas intenções, compreendam o real poder que a palavra possui; sendo assim cada vez mais possível vislumbrar uma sociedade de indivíduos cultos e pensantes.
Gabriel
Obs: não consigo colocar parágrafos, se alguem conseguir fazer isso pra mim :)
Pra não dizer que não falei das flores
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não
Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Caminhando e cantando
E seguindo a canção...
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...(2x)
Pelos campos há fome
Em grandes plantações
Pelas ruas marchando
Indecisos cordões
Ainda fazem da flor
Seu mais forte refrão
E acreditam nas flores
Vencendo o canhão...
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...(2x)
Há soldados armados
Amados ou não
Quase todos perdidos
De armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam
Uma antiga lição:
De morrer pela pátria
E viver sem razão...
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...(2x)
Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Somos todos soldados
Armados ou não
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não...
Os amores na mente
As flores no chão
A certeza na frente
A história na mão
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Aprendendo e ensinando
Uma nova lição...
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...(4x)
http://www.youtube.com/watch?v=PDWuwh6edkY&feature=player_embedded
Reflexão: Música que marcou (com algumas outras) o momento de rebeldia da ditadura, onde foi considerado um tipo de hino para os revoltosos com o sistema do brasil. A música é muito marcada por aqueles que viveram a ditadura, simpatizantes ou não.
Sendo uma mensagem muito forte, o compositor teve até que se exilar por se sentir ameaçado pelo governo. Existem boatos que o comportamento dele hoje (que vive exilado num apartamento do Rio) é atribuido ao fato dele ter sido torturado e castrado, e por consequência, enlouquecido.
A ironia é que o governo utilizou essa música para depois, em 2006, fazer a publicidade de projetos como ProUni e o ENEM, durante o período democrático.
Gabriel
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não
Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Caminhando e cantando
E seguindo a canção...
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...(2x)
Pelos campos há fome
Em grandes plantações
Pelas ruas marchando
Indecisos cordões
Ainda fazem da flor
Seu mais forte refrão
E acreditam nas flores
Vencendo o canhão...
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...(2x)
Há soldados armados
Amados ou não
Quase todos perdidos
De armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam
Uma antiga lição:
De morrer pela pátria
E viver sem razão...
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...(2x)
Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Somos todos soldados
Armados ou não
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não...
Os amores na mente
As flores no chão
A certeza na frente
A história na mão
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Aprendendo e ensinando
Uma nova lição...
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...(4x)
http://www.youtube.com/watch?v=PDWuwh6edkY&feature=player_embedded
Reflexão: Música que marcou (com algumas outras) o momento de rebeldia da ditadura, onde foi considerado um tipo de hino para os revoltosos com o sistema do brasil. A música é muito marcada por aqueles que viveram a ditadura, simpatizantes ou não.
Sendo uma mensagem muito forte, o compositor teve até que se exilar por se sentir ameaçado pelo governo. Existem boatos que o comportamento dele hoje (que vive exilado num apartamento do Rio) é atribuido ao fato dele ter sido torturado e castrado, e por consequência, enlouquecido.
A ironia é que o governo utilizou essa música para depois, em 2006, fazer a publicidade de projetos como ProUni e o ENEM, durante o período democrático.
Gabriel
terça-feira, 13 de abril de 2010
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Tarde de Abril
Eu só quero viver num dia como esse
Numa tarde de abril
Quando um ar gélido paira nas ruas
E em cada esquina o sol se descobre
Pra iluminar a superfície das mais belas calçadas floridas
Mas eu logo me enfio pra dentro de casa
E tudo isso cai em uma nota no centro do piano
Que não indica tonalidade alguma
Mas sim o meu grito que chama o dia de amanhã
Esperando que ele venha assim
Bonito do mesmo jeito
Arthur
Numa tarde de abril
Quando um ar gélido paira nas ruas
E em cada esquina o sol se descobre
Pra iluminar a superfície das mais belas calçadas floridas
Mas eu logo me enfio pra dentro de casa
E tudo isso cai em uma nota no centro do piano
Que não indica tonalidade alguma
Mas sim o meu grito que chama o dia de amanhã
Esperando que ele venha assim
Bonito do mesmo jeito
Arthur
Assinar:
Postagens (Atom)
