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sábado, 26 de fevereiro de 2011

Tarô e seus significados






Existem diversos métodos adivinhatórios no nosso mundo contemporâneo. Alguns são tão antigos que se tem apenas um vago vislubre do que realmente foi na época, como é o caso das Runas. Estes jogos procuram responder a ânsia humana de saber sobre o futuro ou até aquela que nos indaga a respeito de nós mesmos.

É evidente que nem todos crêem no jogo de baralho, muitas vezes pela imagem que certos charlatões passaram ao longo da história ou pela forma como a mídia desdenhou e criou paradigmas sobre o comportamento *geralmente excêntrico* daqueles que consultam. Há também aqueles que simplesmente temem o Tarô, pois imaginam ser uma coisa diabólica e que tem a ver mais com o candomblé e estas outras seitas.
A verdade é que este jogo foi criado na Europa, e, datado daquilo que se tem certeza, em meados do século XV. Ele servia tanto para fins divinatórios como para um simples jogo de azar. Há também os que afirmam que ele veio do Egito, mas sobre estas proposições há bastante divergências, pois não há dados e provas suficientes para tal afirmação.
O certo é que ele tem estado presente na maioria das escolas esotéricas (for instance: Maçonaria, Rosa-Cruz, Golden Dawn, Gnosis, etc.) e sempre foi visto como um instrumento pelo qual nos conectamos com nossa parte divina, e portanto, em sua maioria, inconsciente.
A simbologia de quase todos 22 arcanos maiores é completamente inciática, e também hermética aos olhos profanos. Nestas ordens geralmente estuda-se a fundo o jogo com o que dizem ser seu real propósito: O auto-conhecimento.

Outro personagem célebre que já havia tentado explicar o fen
ômeno da cartomancia foi Carl Gustav Jung, psicólogo e discípulo do grande Freud. Jung tentava estabelecer uma relação entre os arquétipos (isto é, imagens psíquicas do inconsciente coletivo) e os desenhos e símbolos que cada arcano possuía, sugestionando que a prática divinatória seria um encontro entre nosso Id e Ego.


Existe um certo padrão em pensar que só pode jogar Tarô aqueles que possuem uma intuição mais desenvolvida. Isto, na realidade, não é certo, pois qualquer um pode desenvolver a capacidade de ligar os símbolos e seus possíveis significados, ao passo que isto poderia ser também visto como o ato de estimular nosso contato com o divino. Claro que existem pessoas que mesmo nunca tendo mexido em um baralho conseguem intuir com profunda exatidão os significados de cada carta, mas isto são exceções e nada mais.

A divisão do baralho pode ser confusa no início, mas é bem simples: os 22 primeiros arcanos (ou trunfos) maiores lidam com questões mais universais e transcendentais, tendo uma importância simbólica que pode ser estudada e meditada. Os outros 56 trunfos estão relacionados com a visão adivinhatória e portanto "mundana" do Tarot. Cada um dos quatro naipes (paus, espadas, copas, pentáculos ou ouros) lidam com uma gama de sentimentos e ocorrências de sua estirpe; Ex.: ouros se relaciona ao elemento terra, portanto às conquistas e dilemas materiais, financeiros e tudo mais relacionado a isso.

Baralhos e tipos

Para começar a jogar, é necessário uma pesquisa nos baralhos e naqueles com os quais mais nos identificamos, mas aqui vou deixar uma prévia de alguns:

Rider Waite
Arthur Edward Waite, interessado por assuntos esotéricos, foi o primeiro a lançar um baralho no qual os 78 arcanos fossem ilustrados, não tão somente os primeiros 22. Há diversas referências a este baralho, e em especial na mídia, a série "Carnivale", que uma vidente o usa constantemente, causando na época um abrupto interesse pelo jogo.

Thoth

É um baralho bem conhecido por seu visual arrojado, foi feito pelo místico Aleister Crowley, muitos simpatizam mais com este do que com o Rider Waite, que digamos ser o mais tradicional e portanto o mais utilizado.

Marselha
Um dos mais antigos a serem utilizados, veio da frança, da cidade de mesmo nome. Até hoje não se tem certeza se o jogo divinatório deste baralho surgiu de um jogo comum de cartas (de mesmo nome, tarot, tarocchi, tarock) ou se foi o contrário. Em realidade o tarô de marselha consagrou a prática na Europa, coexistindo as duas formas de jogo no mesmo baralho por um tempo mas depois foram sofrendo modificações até serem distintos.

Egípcios Kier

É um baralho diferente, os arcanos tem outro tipo de estrutura, onde há três planos (imitando a perspectiva nos desenhos egípcios) o mental, o espiritual e o mundano. Ainda que seja um belo maço (e pode se mostrar um tanto confuso na prática) ele tem sua base sob uma das mais contestadas e duvidosas origens do tarô, gerando certa desconfiança que pode até deixar o consultante confuso no jogo.

Para que se possa manejar o tarot com maestria, é necessário muita prática (obs: o certo é não cobrar por isso!) e paciência, pois aos poucos nossa intuição vai influindo na leitura e possivelmente vai ser dispensado o uso do manual que explica o significado de cada trunfo. Boa sorte e bom jogo!



Gabriel

58 comentários:

Anônimo disse...

taro eh uma bosta odeo

Gabriel disse...

Acho triste o fato de as pessoas cada vez mais estarem frias espiritualmente... Vê-se cada vez mais raro aqueles que ainda tem insights desse tipo...

juliane disse...

my religion não mexe com esoterismo, é só Palavra e nada mais. também não tem meditação, não daquele tipo.. não me julguem

Nathália disse...

ok Juliane, mas procure as RAÍZES da tua Religion.
O cristianismo primitivo é a raiz de praticamente todas as religiões ocidentais atuais e, no início, meditava-se... com o tempo PESSOAS, e não Jesus, foram modificando o cristianismo e criando várias correntes... catolicismo, protestantismo, calvinismo... contudo, Jesus não criou nenhuma dessas, quem disse ou desdisse o que tais religiões pregam em sua maioria foram pessoas comuns.

nós devemos sempre duvidar para não cair em sofismas.

Gabriel disse...

Independente de religiões, o tarô é, como eu já afirmei, uma metodologia do auto-conhecimento. Você não precisa sair do catolicismo para se arriscar em algum tipo de esoterismo como esse, um exemplo clássico são os SIGNOS, que todos hoje em dia banalizaram e incorporaram como algo normal, mas que na realidade era uma ciência mágica, profunda e antiquíssima...
O importante é estarmos plenos de espírito, e caso a religião (que vem do latim RELIGAR) que escolhemos não corresponde à isso, podemos simplismente abrir novos horizontes...

Gabriel disse...

Apropósito, ninguém aqui julga ninguém, apenas respeitamos e ouvimos as experiências alheias para crescer como pessoa, isto é, esta é a proposta do randomicoteca.

juliane disse...

entendi, eu não gosto muito de usar a palavra RELIGIÃO em si, porque a galera confunde muita coisa. e é comum no catolicismo as pessoas terem mais liberdade e tal, mas isso vem da história dele.. e como eu não sou católica, eu não vejo as outras coisas (esoterismo, ocultismo) como forma de me conhecer ou facilitar a minha vida, até porque ou eu acredito em uma coisa, ou em outra. não consigo ficar em cima do muro. só vendo de perto pra entender porque eu penso assim e etc

juliane disse...

eu aprendi que duvidar é o contrário de ter fé, que é a base de qualquer religião. na real, a gente tem que ter é bom senso.

Gabriel disse...

Beleza, se tu não curte Tarô e afins é a sua ideologia, só criei o post com o intuito daqueles que tem algum interesse ao menos pudessem estar bem informados...

Arthur Wilkens disse...

A partir do momento que se vem com a ideia de jogar Tarô com sentido adivinhatório, se puxa ideias de misticismo e astrologia. Vc tá tentando oferecer uma carta do jogo pra um cristão e dizer que isso vai ser bom pro seu auto-conhecimento? Se é um cristão, vai condenar o baralho por brincar de ser Deus...

Gabriel disse...

Mas se tu analisar as coisas só pela perspectiva do Jung, isto é, sem jogar para os outros ou para saber o que vai acontecer no futuro, isto viria a calhar. Uma coisa é certa, quando atesta-se que aquilo funciona (e pra mim é um fato) as dúvidas e preconceitos as deixamos de lado.

Arthur Wilkens disse...

Eu não sei, como é que se joga, daí? Me dê um exemplo explícito.

Gabriel disse...

Por exemplo, preciso muito saber se fiz mal com tal atitude... Quando pego uma carta por puro "acaso" meu inconsciente vai conectar o significado dela com aquilo que eu realmente sentia mas por algum entrave da mente não podia se manifestar... Aí vou entender: "Ah, claro que fiz mal, isso faz sentido para mim"

Gabriel disse...

Enfim, um pensamento do qual nosso Ego não permite que se manifeste pode facilmente aparecer nesse jogo, já que pra pessoa é apenas algo divino em manifestação, o que rompe com a lógica do entrave feito pelo complexo.

Gabriel disse...

Só que entrando na esfera divinatória, a psicanálise fica completamente irrefutada, e é aí onde eu acho que as coisas ficam realmente esquisitas, pois ao meu ver continuam a funcionar

Arthur Wilkens disse...

Nesse ponto é compreenssível, pra um ateu. Um cristão vai achar qualquer tipo de salvação na Bíblia, na fé em Deus ou ainda na Igreja.

Cathe disse...

Se considerarmos a hipótese de que a divindade permeia toda sua criação, qualquer meio é válido para contactá-la. De jogar cartas, a abrir a bíblia em uma página aleatória.
O importante é o objetivo sincero na conexão, sempre cuidando o fanatismo.

Arthur Wilkens disse...

De que tipo de divindade estamos falando? Sua divindade pode estar em cada palavra da Bíblia, em cada carta do Tarô, em cada ritual do camdomblé, mas aí não se fala em cristianismo. Se fala em lado espiritual de formulação própria ou ainda sincretismo.

Arthur Wilkens disse...

É o mesmo que oferecer um cogumelo alucinógeno pra um cristão e dizer "Vai fundo, tá aí o teu Deus"

Gabriel disse...

Acho que tu confunde muito as coisas, Arthur. Pra mim tu ainda inconscientemente te baseia no catolicismo, o que gera certas incertezas e preconceitos, mesmo dizendo-se ateu.
E quanto ao sincretismo no meio da tua sentença, bem, isso nada tem a ver.
Quando a conversa ainda se continha na parte racional do que é o tarot e seus possíveis significados, estavamos indo bem. O problema é que agora tu tenta contra-argumentar questões RELIGIOSAS com baseado em argumentos lógicos. Bem isso realmente não faz sentido!

Gabriel disse...

Para um católico, a divindade está na Bíblia, nos ritos que o Padre exerce, na oração, enfim, todo essa mescla de coisas que compõe a sua religião.
Tudo isto pressupondo que Deus é algo transcendental e criador, que por muitos é verdade pois pode ser sentido.

Arthur Wilkens disse...

Eu to me baseando na lógica de que um cristão não vê o menor sentido nas cartas do Tarô, independente do que tu diga (o assunto levantado nos comentários foi esse). Eu sou agnóstico, e não to defendendo nenhuma religião.

Gabriel disse...

É interessante isso que tu falou, "eu me baseio na lógica (...) indepedente do que tu diga" enfim, isso só denota que tu não abre horizontes... Eu demonstrei qual é a exata situação de um cristão atual com um assunto esotérico como os signos.
E tu só tá defedendo a lógica dos cristãos, eh? tsc tsc
Flw

Arthur Wilkens disse...

"eu demonstrei qual é a exata situação de um cristão atual com um assunto esotérico como os signos", exceto que cristianismo não tem nada a ver com astrologia. Eu não to aqui pra defender a minha visão e a minha opinião a respeito do Tarô, eu só to respondendo à discussão que se criou no início, quando a Ju deu como argumento de que a religião dela não crê no poder dessas coisas.

Gabriel disse...

Enfim. Existem certas coisas que além de polêmicas causam briguinhas. O que eu espero é que aos interessados/curiosos, experimentem jogar uma vez, ao menos por curiosidade, pois é bem legal.

juliane disse...

a minha religião não crê nessas coisas, porque está na Bíblia, é a base dela. é por ela que a gente aprende como agir e pensar, como o judaísmo usa apenas o Atigo Testamento, cada um tem o seu instrumento para aprender, é simples. nesse caso, eu respeito quem gosta de esoterismo, ocultismo, eu sei como funciona, mas é apenas uma decisão minha e porque eu me comprometi e acredito que eu devo servir apenas uma coisa e não significa que eu esteja sendo indiferente e não saiba que exitam outras possibilidades. é aquela coisa: eu SEI que isso é certo. eu me sinto bem acreditando nisso, mesmo que haja indiferenças depois. eu não disse aquilo no primeiro comentário pra mostrar que "ai, eu não posso ler, presenciar esse tipo de coisa, que horror". é só uma forma de mostrar as diferenças, nada mais. e vocês tem algo que "não possam" fazer por causa de suas ideologias? eu acho isso totalmente normal, até porque nos define de uma certa forma.

juliane disse...

ai show, foi duas vezes. alguém pode apagar um deles depois.. to aqui na ~facul~. e quando eu disse "naquele primeiro comentário" significa o MEU primeiro comentário e não o do anônimo hehe GENTE, é pra isso que o blog serve! para aprender mais coisas e saber lidar, tem ter esses momentos com mais frequência. é só não se irritar e levar como aprendizado ok

Gabriel disse...

Ae Ju! Disse tudo ok? A base das virtudes também é o respeito, e não só entre amigos, mas para qualquer indivíduo. Cada um sabe o CAMINHO que segue, pois só ao sentir verdadeiramente bem nele é que sabemos ser a coisa certa. E temos que respeitar cada caminho, como se fosse o nosso.

obs: Apaguei o comment oks

Nathália disse...

vamos dar uma olhadinha na HISTÓRIA:

A meditação e outras inúmeras práticas ocultas eram praticadas pelos cristãos primitivos, digo, da época de Jesus.

Contudo, com o tempo, o advento da Idade Média trouxe realmente muitas "trevas" para os homens, que, nas mãos da Igreja, não podiam contestar NADA, senão iria para a fogueira.

Tarot, meditação e afins podem revelar ao homem capacidades das quais ele jamis sonharia que tinha. Isso poderia ser um perigo para a Ordem social vigente no século.

Resultado de tudo isso: Hoje temos que aturar pessoas desavisadas e preconceituosas que acham que Religião e misticismo opõem-se um ao outro quando, na verdade, complementam-se.

Estudem mais e duvidem mais SIM, antes de acreditar no que estas instituições pregam. Não nascemos para ser gado cego.

Arthur Wilkens disse...

Nathix, ninguém aqui vai negar o que tu disse porque é verdade (com exceção de que se tu contestasse qualquer coisa da igreja tu iria pra fogueira.. isso é bobagem, o poder papal matou muita gente sim, mas principalmente por conflitos culturais/geográficos. Pra alguém ser queimado na fogueira teria que ser por um motivo muuuito sério e ainda assim era um processo demorado e incerto. E desde o início dessa discussão o ponto nunca foi esse. A Igreja é uma coisa hoje e existem adeptos a ela assim como existiram em diversas épocas, e não precisa lembrar como ela se formou ou de onde surgiu, porque quem segue a igreja, segue a igreja que é hoje e pronto. Apresentem seus ideais espírito-religiosos pra pessoas que não seguem dogmas a rigor.

Gabriel disse...

A sensação que tenho Nathix, é que tu fala sobre essa parte da religião como se fosse agredindo a quem está incluso nos cristianismos afora. Bem, tudo o que tu falas é verdade sim! Mas certas pessoas não estão preparadas pra desapegar daquilo que tem como certo ou ainda simplismente gostam de seguir tal ou qual religião.
É nesse ponto que eu temo para não acabar ofendendo aos que gostam de x religião, apesar de ser um solavanco, chamar de GADO CEGO é uma coisa que machuca (nosso querido Ego). Mas é aquilo, não deixa de ser verdade, só uma atitude ousada da tua parte, pois pode ferir ao respeito com o próximo.


E wilkens, tarot, meditação, alquimia, cura por ervas, TUDO ISSO era bruxaria (portanto visto como algo do demo)! E se estas pessoas não eram QUEIMADAS, eram
no mínimo postas na cadeia.
As pessoas que lidavam com esses assuntos tinham que ter muita cautela, não é a toa que os ensinamentos tinham uma linguagem tão hermética, e que até hoje muitos de nós desconhecem o significado.
O que era algo engraçado, pois a maioria das pessoas da Idade Média era povo germânico, e portanto já tinham seus Deuses e suas crenças (Odin, Thor, Runas, até cabala) e precisavam se acostumar com aquela demonização da natura, e apelavam muitas vezes para um sincretismo religioso visto nas culturas afro-descendentes do BR.

Sei que mudou muito de assunto, mas é só pra comentar por que é algo muito curioso.

Gabriel disse...

visto também nas culturas*

Gabriel disse...

Acho que o Arthur Wilkens não estudou muito bem a INQUISIÇÃO.

Gabriel disse...

A cabala é do povo árabe/eslavo, também ficou esquisito
com só "germanicos".

Nathália disse...

hehe. eu não estou agredindo ninguém, tu é que estás me interpretando mal.

apesar de tudo isso, mesmo que a verdade esteja estampada na frente de alguém, este alguém sempre vai procurar acreditar no que é mais conveniente para si próprio.

algumas religiões são muito reconfortantes no ponto de vista de alguns e, assim, essas pessoas acabam aderiando a elas por se sentirem bem.

como para um ateu: os ateístas sentem-se bem não acreditando em deus, para eles assim está tudo ótimo se deus não existir, esta idéia para ELES é reconfortante.

mas o que é melhor: sentir-se bem com ilusões ou aceitar a verdade mesmo que nossos "eguinhos" não se sintam a vontade com a VERDADE, porque a essência sempre a aceita.

como por exemplo Jesus: ele foi condenado porque fez muita gente se sentir mal na época. Na verdade, o que ele não agradou foi ao Ego das pessoas, pois pregava o abandono dos pecados... pecado=alimento do ego. Assim, seria o fim dos mesmos. Contudo, para algumas pessoas mais puras, suas palavras eram um alívio.

Mais uma coisa: até agora não entendi no que o Wilkens acredita auhsuash.

e eu não estou agredindo ninguém, até porque em termos de religião as pessoas sempre vão acabar acreditando naquilo que lhes traz mais conforto, independentemente dos fatos.

Nathália disse...

Também, não podemos deixar passar que a bíblia atual está incompleta. rs

Gabriel disse...

Beleza, mas talvez tu não compreendeu bem o que eu disse. Pergunta randomica: tu tem ainda last? Ou algum outro meio de comunicação?

Arthur Wilkens disse...

nathix, eu esclareci em um dos meus posts que eu sou agnóstico, e essa discussão já não tem intuito algum a não ser demonstrar conhecimento histórico e esotérico. O que fazia parte da discussão está nos meus posts anteriores.

Nathália disse...

Se tu é agnóstico, tu provavelmente se sente bem sendo assim... isso que eu quero dizer. não importa o que eu diga, que tu não vai mudar de idéia, a menos que aquilo que eu te diga faça com que tu te sintas melhor ainda. na minha opinião, é assim que as pessoas escolhem suas religiões ou escolhem não ter nenhuma.

ex. quem vai querer estar em uma religião que condena os bens materiais provavelmente não vai ser quem é muito rico/goste de ser rico.
e quem vai escolher ter uma religião que aprove e estimule a riqueza material provavelmente será quem tem na ambição uma de suas características.

Portanto, a culpa, no final das contas, não é de quem está "pregando", mas da própria pessoa que escuta e toma por verdade só aquilo que lhe convém.

por isso existem tantas religiões, pois são inúmeras as diferenças entre as pessoas e, assim, cada uma toma como 'verdade' aquilo que é mais adequado para si e compatível com seu nível de ser.

juliane disse...

eu não me importo muito, e nem gosto, de usar a palavra RELIGIÃO. já cheguei a falar isso antes, mas não disse o porque. é o seguinte: eu já percebi em várias situações, quando alguém diz que acredita em tal ser ou é adepto a tal religião, uma certa reprovação, preconceito e até subestimam a pessoa por achar que ela é menos inteligente por resolver ser assim. e principalmente quando essa religião ou igreja é protestante. e eu também vejo que quando a religião é outra, como o espiritismo, todo mundo acha bonitinho, interessante. o que é natural, já que é "moda" em novelas e qualquer outro programa de televisão, fazer essa propaganda. protestante/evangélico = burro. outras crenças = super inteligentes e descolados.

não tem nada a ver com o post, mas resolvi dizer o que eu sinto sobre esse assunto que acabou surgindo nos comentários.

acreditem no que vocês quiserem acreditar, mas não subestimem os outros depois, nem digam que eles estão vazios por dentro, infelizes, que estão sendo enganados ou que estejam desinteressados espiritualmente.

Randomicoteca disse...

para lhe dizer bem a verdade que eu não sei como o protestantismo funciona. Mas também não entendo porque não se pode duvidar, a capacidade de duvidar é algo inerente ao homem. o problema que eu vejo nessas religiões é justamente esse: não se pode duvidar, sendo que o homem é um ser continuamente exposto a tal sentimento.

Arthur Wilkens disse...

Nathix, eu não sou agnóstico só porque isso me conforta. Mas sim porque é o que me parece mais ciente em termos de religiosidade. Eu poderia virar cristão hoje mesmo e me confortar com a ideia de que Jesus pagou por todos os meus pecados e que eu vou ir pro paraíso, mas pra mim as coisas não funcionam bem assim.

Nathália disse...

~~aããã

up this, very nonsense comment

artur wilkens, não ENTENDO MESMO o que tu pensa de religião o.o

isso que tu disse aí em cima é MUITO agostiniano. mas a Igreja tb tem sua versão tomista!

ntx disse...

por isso mesmo Arthur, pra ti as coisas não são bem assim, é por isso que tu não é cristão... essa ideia não te conforta etc. mas acho que a igreja não pensa bem assim, se fosse assim ela não iria reprimir ainda aqueles que pecam e a existência da mesma não seria mais necessária .-.

Gabriel disse...

Enfim, sendo o que o Arthur é ou não deixa de ser, não cabe a nós julgar. O que eu não tolero é o fato dele falar do catolicismo abrangendo TODAS religiões, como se nenhuma delas fosse tão diferente quanto as idéias pregadas nela. E se for por isso que tu é agnóstico, bem tu é burro.

E não é o Wilkens o único exemplo disso, vejo MUITAS pessoas que rebelam-se contra o catolicismo (pois seus pais geralmente são católicos mas os filhos não tem afinidade com a religião) e depois disso vivem difamando as religiões como um todo, só por aquilo que elas testemunharam com o cristianismo.

Claro, tem aqueles que vendo que isso não é o que mais lhe convém, procuram alguma outra coisa que possa lhes servir, pois ainda sim sentem que existe algo superior/além/transcendental/permeiador de nós.

Arthur Wilkens disse...

Sobre o que diabos vc tá falando, Gabriel? Tu tá tirando coisas da minha boca, eu não disse nada do que tu te referiu no teu primeiro parágrafo. Acho que vc deveria reler tudo o que eu escrevi aqui e interpretar o que eu quis dizer ao invés de criar esse pensamento sem o menor sentido, lol.

juliane disse...

acabei de falar que não é pra chamar os outros de BURRO. religiosidade e DEUS são extremamente diferentes um do outro.

Gabriel disse...

Ele é agnóstico Ju. E isso eu falei caso o que eu disse for verdade.

Gabriel disse...

TEM GENTE AQUI SÓ PELA POLÊMICA, BELEZA?

juliane disse...

sim, eu sei

juliane disse...

pelo menos estamos aqui

Nathália disse...

Não mim porto

Arthur Wilkens disse...

Sr. Randomicoteca, se você quer duvidar sobre a existência de Deus, o cristianismo não é pra você, simples assim. "Ai, cristianismo é tosco porque não se pode questionar nada". Se é assim o ateísmo é ridículo também porque não se pode duvidar de nada, já que pros ateus não existe nenhum tipo de divindade, e não há dúvidas quanto a isso. E olha, no cristianismo se pode questionar muitas coisas, se não houvesse questionamento ou dúvida o protestantismo não existiria. Acontece que quem é cristão é porque acredita em Deus e pronto, não precisa duvidar sobre algo que tu acredita. Os ateus não acreditam e também por causa disso não têm dúvida alguma, para eles, Deus simplesmente não existe.

Gabriel disse...

Arthur: nao mim porto!

Gabriel disse...

Nathix: Ainda jogas o jogo do Eu? pq vc n tenta comprar um baralho de tarô? #fikdik

Nathália disse...

comprarei... deveria ter comprado no lugar do jogo do #EU#, para dizer bem a verdade que eu nem sei mais onde foi parar o jogo do %eu% kk.

Gabriel disse...

Oks, agora fikdik, compre ou o baralho Waite Rider ou o do Thoth, acho que sao os melhorzinhos.
Se tu for comprar o waite, cuida que tem uma versao (mais cara, logico) que vem com o livro explicativo do Waite, ele tem bem detalhado todos possiveis significados de cada carta (assim como os invertidos). Mas, se tu nao quiser pagar mais caro por isso, tem na net o ebook pra baixar, eu baixei e transcrevi pra um caderninho, assim quando vou consultar uso o caderno junto

Gabriel disse...

Opa!
Acabo de te falar uma coisa completamente errada... O baralho de Thoth que o Aleister Crowley (mago negro) é completamente desrecomendável. Tava lendo sobre a obra dele e o ensinamento que ele prega é terrível e tenebroso...
Só pra ter uma noção, tem um rito que ele fala sobre sacrifício humano... Com uma criança... Vou até tirar esse baralho das cartas ali!

Desculpe, mas eu não tinha conhecimento da obra dele, agora que eu estou esclarecido eu te falo alerto pra não comprares.